sexta-feira, 31 de outubro de 2014

XI –– SBCG / SIMPOSIO BRASILEIRO DE CLIMATOLOGIA GEOGRÁFICA



Os alunos e professores do Laboratório de Climatologia e Laboratório de Geoprocessamento do curso de Geografia, da Universidade Federal de Goiás/Regional Jataí participaram do Simpósio Brasileiro de Climatologia Geográfica (XI SBCG)  que ocorreu entre os dias 14 a 17 de outubro de 2014, na cidade de Curitiba (PR). As equipes dos laboratórios apresentaram trabalhos resultantes de projetos vinculados ao CNPq, Capes e FAPEG. A participação dos alunos é de suma importância, pois é necessária a interação entre as pesquisas que são desenvolvidas pela instituição de origem e as demais, contribuindo assim com a formação acadêmica dos alunos e pesquisadores (Foto 1 e 2A e B).

Foto 1 - Grupo do Laboratório de Climatologia e Laboratório de Geoprocessamento da Regional Jataí e Goiânia
Autor: LOPES, R. M. (2014)
Foto 2 A e B) Apresentação dos trabalhos resultantes dos projetos vinculados ao CNPq, Capes e FAPEG
Autor: LOPES, R. M (2014) e ROCHA, J. R. R (2014)
   
              Na plenária final houve a prestação de conta da ABCLIMA gestão 2012/2014, além de votação da localidade do próximo simpósio, sendo que se levaram propostas de Juiz de Fora (MG) e Goiânia (GO), o qual venceu a cidade de Goiânia para sediar o próximo simpósio. 



Foto 3 - Apresentação da proposta da cidade de Goiânia (GO) pela Profa. Dra. Gislaine Cristina Luiz (IESA-UFG).
Autor: ROCHA, J. R. R (2014)










segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Chuva artificial? Mas o que é a chuva artificial?


A técnica é chamada de bombardeamento de nuvens ou semeadura, ou ainda, nucleação artificial, no qual consiste no lançamento de substâncias aglutinadoras que ajudam a formar gotas de chuva.
A substância mais comum é o cloreto de sódio, o popular sal. É possível usar ainda o iodeto de prata, gelo seco (gás carbônico congelado) e, no caso da experiência paulista, água potável.
Diante de um quadro bastante preocupante e na tentativa de amenizar a situação, a companhia de águas de São Paulo, a SABESP, solicitou a uma empresa brasileira o uso de uma técnica conhecida como semeadura de nuvens. O objetivo é tentar forçar a precipitação pluviométrica sobre as áreas onde estão localizados os reservatórios do Cantareira. Em outras palavras, estimular a chuva sobre essas represas.

Essas substâncias são lançadas de avião na base ou no topo das nuvens consideradas capazes de originar precipitação. Ao entrar em contato com o vapor de água, essas partículas grandes atraem partículas menores e levam a formação de gotas de águas mais pesadas que começam a se precipitar, até que, voilà, faz-se a chuva (Figura 1 e Vídeo 1).

Figura 1 - Como fazer chuva artificial
Embora a teoria da chuva artificial esteja correta, diversos climatologistas discordam da eficiência dos resultados e apontam a incerteza do local da chuva induzida como um dos principais entraves. Ou seja, após a nucleação (outro nome para a semeadura), não se pode afirmar com certeza onde a chuva poderá cair. Em alguns casos, pode até chover onde não deveria.

Vídeo 1 - Técnica de semeamento de nuvens e fazer chover


Fonte:  Apolo11

domingo, 13 de outubro de 2013

X - Jornada de Geografia / I Seminário de Pós-Graduação em Geografia do CAJ/UFG

Tema: (RE)configuração do Espaço: passado, presente e futuro
Objetivo: proporcionar aos pesquisadores na área de Geografia e áreas afins, discutir as modificações que estão ocorrendo no espaço a partir de perspectivas ambientais e sócio/econômica.
Período de Realização: 11 a 14 de Dezembro de 2013.

Conferência de abertura
(Re)configuração do espaço – Passado, presente e futuro
Dia 11/12 as 19h
Palestrante: Prof. Dr Márcio Piñon (UFF)
Mesas

Mesa 1: (Re)configuração do espaço – perspectivas ambientais
Dia 12/12 às 19h
Palestrantes: Prof. Dr. Charlei Aparecido da Silva (UFGD), Prof.ª Dra Eliana Maria Foleto (UFSM)
Mesa 2: (Re)configuração do espaço – Relação campo/cidade
Dia 13/12 as 19h
Palestrantes: Prof. Dr. Antonio Cardoso Façanha (UFPI) e Prof. Dr. Adriano Rodrigues de Oliveira (UFG).

Seminário de Pós-Graduação – Prof. Dr. Iraci Scopel (coordenador das apresentações dos alunos)
Dia 11/12 as 14h – área de concentração: análise ambiental
Avaliadores: Prof. Dr. Charlei Aparecido da Silva (UFGD), Prof.ª Dra Eliana Maria Foleto (UFSM)
Dia 12/12 às 14h – área de concentração: organização do espaço
Avaliadores: Prof. Dr. Antonio Cardoso Façanha (UFPI) e Prof. Dr. Adriano Rodrigues de Oliveira (UFG).
Obs: Tempo de apresentação para cada aluno: 15 mim (10 slides), 15 mim de questionamento.
Mini-cursos
Dia 13/12 das 8h às 12h (todos os mini-cursos serão de 4h) os interessados deverão enviar propostas até o dia 20/11/2013. Só serão ofertado mini-curso que tenham no mínimo 10 alunos inscritos.
Apresentação de trabalhos científicos
Dia 13/12 das 14 às 17h – Banner (tamanho 90 X 120)

Inscrição – Valor
Modalidade
Até o dia 10/11
Após o dia 10/11
Aluno de Graduação
R$ 30,00
R$ 50,00
Profissional
R$ 50,00
R$ 80,00

Trabalhos
Envio de trabalhos (artigo e projeto do seminário): 14/10/2013 à 20/11/2013
Resultado dos aceites (Home Page): 03/12/2013.
Obs.: Os

Todos os artigos deverão seguir as normas da ABNT, conter no mínimo de 06 (seis) e ao limite máximo de 10 (dez) páginas, com a seguinte formatação: fonte Times New Roman tamanho 12, espaçamento 1,5 entre linhas, folha A4-retrato, margens de 2 cm (superior, inferior, esquerda e  direita), sem numeração de páginas e sem cabeçalho. Serão aceitos no máximo cinco (5) autores, sendo um deles, o orientador.  Na primeira página do artigo deverá constar, o título (em Português e Inglês), nomes dos autores, unidade acadêmica e endereço eletrônico, de forma centralizada. Na seqüência, deverá ainda constar:
  1. Resumo com até 250 palavras – alinhamento justificado
  2. Palavras-chave, no máximo 6, alinhadas pela esquerda; e a seguir abstract.
  3. Introdução, material e métodos, discussão dos dados, conclusão, referências.

Obs.: Tudo que se refere ao evento como: Ficha de inscrição devidamente preenchida (anexar junto comprovante de depósito); trabalhos (artigos, proposta de seminário e mini-cursos) devem serem enviados para o seguinte email:xjornadadegeografiajataiufg@gmail.com


Outras informações acessar: http://posgeo.jatai.ufg.br/
Fones: (64)3606-8110 / (64)3606-8128

quarta-feira, 24 de julho de 2013

O Inverno se iniciou às 02h04 do dia 21 de junho de 2013, e se estenderá até às 17h44 do dia 22 de setembro de 2013.

          Nas Regiões Sudeste e Centro-Oeste, este trimestre é considerado o menos chuvoso do ano no que se refere a distribuição de chuvas.  No entanto, a  passagem de frentes frias podem acarretar chuvas localizadas em áreas do  Sul e Sudeste do país. Após a passagem de frentes frias, observa-se a entrada de massas de ar frio que provocam queda de temperatura e ocasionalmente geadas no Sul e em áreas de serra do Sudeste do país. Eventualmente esse ar frio pode atingir o oeste da Região Centro-Oeste e sul da Região Norte, caracterizando o episódio da friagem. Já no litoral do Nordeste, é típica a ocorrência de chuvas nesta estação do ano.

Fonte: http://satelite.cptec.inpe.br/home/

          Geralmente a umidade relativa do ar atinge valores altos no período da manhã, mas caem  no período da tarde, quando o índice da umidade relativa do ar pode registrar valores até inferiores a 40% em algumas localidades, em especial no Brasil central. O ar seco e o vento calmo favorecem a concentração de poluentes nas camadas mais baixas da troposfera, podendo acarretar problemas respiratórios.


quinta-feira, 4 de julho de 2013

Como se formam os ventos


            O vento é simplesmente o  ar em movimento – o encontro de duas massas de ar de diferente pressões.
              Mas como ele se forma? Primeiro, você precisa entender que a presença do sol é fundamental para que haja a formação de ventos.
Assim…
              1 - Durante o dia, o sol aquece tanto o mar, quanto o continente; porém o continente
                  absorve o calor mais rapidamente que a água.
              2 - Como consequência, o ar da superfície marítima esfria.
              3 - O ar quente formado na superfície da terra é mais leve que o ar frio, por isso sobe
                   dando lugar ao ar frio vindo do oceano.
     
       É esse movimento de troca entre o ar frio e o ar quente que forma os ventos.




    Para uma melhor explicação, há um aplicativo que demonstra como se formam os ventos, considerando as áreas ciclonais e anticiclonais, células atmosféricas, e circulação e formação de ventos em baixa altitude (ex.: áreas urbanas).





quinta-feira, 23 de maio de 2013

As Piores Catástrofes da História - A Fúria dos Tornados

Um olhar sobre uma das forças mais destrutivas da natureza: os tornados. Como eles se formam e o que são capazes de fazer.



Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=CkbUb7yyh7c

Noticias da previsão do tempo são fixadas no painel do Laboratório de Climatologia pelos alunos do 3° período de geografia


Figura 1-Painel ao lado do Laboratório de Climatologia
     Os alunos do 3° período do curso de geografia que cursam a matéria de Climatologia Dinâmica, postam durante a semana, todos os dias notícias sobre a previsão do tempo da cidade de Jataí e região, como também do Brasil e notícias sobre eventos que ocorrem, curiosidades e outras informações para a comunidade acadêmica. As notícias são fixadas em um painel ao lado do Laboratório de Climatologia na Unidade Riachuelo.
O painel recebe uma característica de cada grupo, sendo que cada semana é de responsabilidade de um grupo (Figura 1).
Figura 2 - Painel com noticias fixado pelos alunos

  





      A quarta semana do mês de maio, está sendo fixado notícias pelos alunos Ana Karoline, Barbara M. Priscila S., Rosângela e Valdivino A. os alunos aproveitaram e mudaram a características do painel visando chamar a atenção da comunidade acadêmica para poderem visualizar as informações que estão sendo exposto (Figura 2).